sábado, 17 de maio de 2014

Mercado de Trabalho

Eu estava arrumando minhas coisas aqui no meu armário,onde guardo trabalhos e textos que estudei nos anos passados e encontrei essa redação que produzi quando estava cursando na Microllins,um curso de Desenvolvimento Profissional, depois de fazer uma leitura da mesma,resolvi compartilhar com vocês...Espero que gostem. O tema é esse ai,MERCADO DE TRABALHO.Faço uma analise do mercado e falo um pouco das atribuições para se manter nele.
   


       O Mercado de Trabalho nunca foi uma expressão tão utilizada como agora. A preocupação por um futuro bem sucedido,mais do que nunca,tem sido muito percebida nos dias atuais, em que se exige muita qualificação profissional e capacidade de iniciativa.
       Ser um bom profissional não é simplesmente atuar numa única área de trabalho,ter um emprego e exercer algumas funções.Quem não procurar melhorar aquilo que realiza,obtendo cada vez mais informações para otimizar o serviço prestado tem consigo a iminência do desemprego á sua frente.Não se admite mais o trabalho baseado no senso comum,sem o minimo de conhecimento técnico que permita a esse profissional satisfazer as necessidades do mercado,inclusive ser versátil,no momento preciso.
       Outro elemento importante e decisivo para a manutenção do emprego é a iniciativa.E ela esta ligada intimamente com o trabalho em equipe.Colaborar para que uma tarefa seja realizada mesmo não sendo diretamente aquilo que se faz,contribui para o fortalecimento da empresa.
       Nos dias atuais,o profissional que querer ser bem sucedido,precisa reunir uma série de características,trabalhar em vários campos,relacionar-se bem com as pessoas e ser completamente dedicado.A situação em que se encontra a economia não dá chances a deslizes,por menores que sejam,e cabe a todo profissional a busca incessante para que tal mercado de trabalho deixe de ser um monstro e passe a ser a solução.


     

                                                     Jesiane Rodriguês- 4º Ano Téc. em comercio Vespertino 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Você já ouviu falar em Karoshi? Ou Karojisatsu?

 Karo significa excesso de trabalho; e shi, morte. No Japão, o termo é utilizado para definir “morte por excesso de trabalho”.

 Karojisatsu é o suicídio em decorrência do caráter extenuante do trabalho.
 O primeiro caso de Karoshi foi registrado no Japão em 1969.
 Em 2007, a Corte de Nagoya reviu a decisão do Ministério do Trabalho que havia recusado benefícios à viúva do ex-funcionário da Toyota Motor Kenichi Uchino, que morreu em 2002 por excesso de trabalho, trazendo novamente à mídia a tragédia que tem ceifado a vida dos empregados asiáticos.
 No Japão, há até bem pouco tempo, as horas extras eram consideradas como trabalho voluntário, não sendo, portanto, remuneradas. A decisão da Corte de Nagoya significou um importante passo no sentido de pressionar mudanças nas leis trabalhistas locais para acabar com as chamadas “extraordinárias livres” (trabalho que um empregado é obrigado a executar, mas pelo qual não recebe).
 Mas por que estou falando de algo que ocorre do outro lado do mundo?
 Depois da globalização não há mais o “outro lado do mundo”. Há apenas o mundo. E nós não estamos tão imunes assim ao que acontece longe daqui.
 Um certo fenômeno está ocorrendo em alguns países, inclusive no Brasil, nos quais, apesar do que está definido em lei, as horas extras vêm perdendo o sentido de trabalho extraordinário e ganhando um significado de trabalho diário a mais, ou seja, no dia-a-dia já se trabalha normalmente além da jornada de trabalho.
 Sentimo-nos quase na obrigação de estarmos disponíveis o tempo todo, com receio de que algo dê errado porque não atendemos o celular ou não respondemos aquele e-mail.
 Em fevereiro, o bilionário taiwanês Terry Gou, o dono da Foxconn, cuja fábrica no Brasil está instalada em Jundiaí, ironizou o país em um programa de TV, afirmando: “(…) o Brasil apenas me oferece o mercado local (…) Os brasileiros não trabalham tanto, pois estão num paraíso”. Trabalhamos pouco?
 A Foxconn é responsável pela montagem de equipamentos para Apple, HP e Nokia, entre outras, e já recebeu inúmeras criticas por desrespeitos aos seus funcionários mundo afora. Somem-se a isso os mais de 20 casos isolados de suicídios, desde 2010, entre trabalhadores da empresa.
 No Brasil, ainda não há registros oficiais de karoshi ou karojisatsu, embora os casos de afastamento por depressão tenham aumentado significativamente nos últimos anos. Devemos parar um pouco para pensar que as relações de trabalho estão sofrendo mudanças e que precisamos nos adaptar, preservando, porém, nossa qualidade de vida e, consequentemente, nossa saúde física e mental.
 O sociólogo Ricardo Antunes publicou, em maio, um artigo muito interessante sobre as ameaças que vêm da Ásia, no qual fala sobre o assunto em questão.
 Definitivamente, devemos estar atentos. O “paraíso” corre perigo.

Viver para trabalhar ou trabalhar para viver?

Devemos trabalhar para viver, porem tem pessoas que passam o tempo todo trabalhando e acabam  sem tempo para viver a vida pela qual tanto trabalham.







1º A sociologia interfere no viver das pessoas ou elas interferem na sociedade?


As pessoas interferem na sociedade, querendo uma vida melhor, realizando manifestações, reindicações, protesto e etc. e a sociedade interfere, na vida das pessoas no modo de vestir, de falar, de se divertir...


2º A vida das pessoas da sociedade atual esta centrado nas organizações?


Sim. pois a sociedade esta dividida em grupos sociais.

sábado, 12 de abril de 2014

Desemprego

O desemprego é um problema social presente no Brasil  e nos demais países do mundo. As nações da Europa e os Estados Unidos vêm vivenciando grandes crises de desemprego desde 2008.

O desemprego é caracterizado pela falta de trabalho remunerado, o que deixa famílias sem fonte de renda e incapazes de garantir o próprio sustento. O desemprego é um grave problema, pois resulta no aumento da fome, da criminalidade e da vida indigna para os cidadãos.

Históricamente, o processo de desemprego começou na Inglaterra, em 1750, por causa da revolução tecnológica, que trocou a mão de obra humana por máquinas e produção em série.

Hoje, com o ritmo de desenvolvimento dos países, existem muitos empregos para quem tem formação. O problema agora é a carência de uma educação de qualidade que forme os cidadãos para ocuparem os postos de trabalho.

No Brasil, precisamos de mais programas de qualificação profissional e democratização do ensino.

Outro ponto importante é que as empresas têm investido cada vez mais em modernização e automação, o que diminui as novas vagas de emprego e corta postos de trabalho. No setor automotivo, por exemplo, as indústrias alcançamfacilmente uma capacidade de produção de três milhões de veículos, empregando apenas 90 mil trabalhadores



Diferença entre Trabalho e emprego

Vale dizer que há diferença entre trabalho e emprego. Enquanto o primeiro refere-se ao cargo ou ocupação de um indivíduo numa empresa ou órgão público,o segundo envolve a atividade executada em si.
O trabalho é entendido como um processo entre a natureza e o homem, é exclusivamente humano.
Antes de haver separação entre o trabalho manual e trabalho intelectual, trabalham juntas a execução e a reflexão, em sua ocupação.
Porem agora, a alienação é total. Na manufatura (pré-capitalista) o trabalhador é explorado, mas não é despojado (esnobado) do seu saber.
A alienação é apenas do corpo.
Já no capitalista ( trabalho industrial), o processo de trabalho é separado pelo capital que o remota ( distancia) à sua própria lógica. Ou seja, a divergência entre o trabalhador e as forças intelectuais do processo material de produção, que são apropriadas pelo capital.
Já na relação hierarquia na indústria, ocorre divisão entre o trabalho manual e intelectual, em relação a técnico – científicos, sua função é organizar o processo de trabalho e os operários que executam.
Hierarquia: Dono, Diretor, Gerente, Supervisor, Peão, Estagiário.

Em todo e qualquer tipo de trabalho, existe a sua hierarquia, isto é,  a divisao das tarefas a serem executadas pelo trabalhador.


Ou seja, a divisão das tarefas a serem executadas pelo trabalhador.
Mas só passou a haver efetiva divisão quando se instalou uma separação entre trabalho manual e trabalho intelectual. Enquanto execução e reflexão andaram juntas nesse processo, o indivíduo pôde, de algum modo, realizar-se em sua ocupação.

É só com o trabalho industrial, no modo de produção especificamente capitalista, que se dá de fato a divisão entre trabalho manual e trabalho intelectual. Marx diz que mesmo na manufatura ainda havia a possibilidade de algum trabalho diferenciado.
Mas só passou a haver efetiva divisão quando se instalou uma separação entre trabalho manual e trabalho intelectual.

sexta-feira, 4 de abril de 2014



Dicionário da Sociologia





Sociologia: é a ciência que estuda as relações entre as pessoas que pertencem a uma comunidade ou aos diferentes grupos que formam a sociedade.

Trabalho: é um conjunto de atividades realizadas, é o esforço feito por indivíduos, com o objetivo de atingir uma meta. O trabalho também pode ser abordado de diversas maneiras e com enfoque em várias áreas, como na economia, na física, na filosofia, a evolução do trabalho na história, etc.


Empregador: Pessoa que emprega e retribui o trabalho de outrem; patrão.


Competência: Capacidade decorrente de profundo conhecimento que alguém tem sobre um assunto: recorrer à competência de um especialista.


Relações sociais: está ligado ao convívio com o meu próximo. Tendo os direitos e deveres para sobreviver na sociedade e ser aceito por ela.

Emprego: Ato ou efeito de empregar.  Função, cargo, lugar: emprego público.


Sociedade: é um conjunto de seres que convivem de forma organizada.


O conceito de sociedade pressupõe uma convivência e atividade conjunta do homem, ordenada ou organizada conscientemente.

Empregado: Pessoa que exerce funções em estabelecimento público ou particular: empregado de escritório. Empregado doméstico, o que recebe paga por trabalhos caseiros.


Trabalhador:  Que ama o trabalho; ativo, diligente, laborioso. Pessoa que trabalha; empregado, operário.